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Volta ao mundo em 72 dias
Autor: Nellie Bly
Editora: Editora Meia Azul
Avaliação:
R$ 69,00 á vista
Em até 4 de 17.25 s/juros
Fora de estoqueCódigo: 9786586419122
Categoria: AutoBiografias
Descrição Saiba mais informações
Em um mundo que dizia que mulheres não viajavam sozinhas, Nellie Bly decidiu dar a volta ao planeta. Contra o relógio, contra a descrença e contra o machismo do fim do século XIX, ela transformou a aventura em ato político e o jornalismo em coragem.
Apenas 16 anos após a publicação de A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, a primeira pessoa a superar o recorde imaginado por Júlio Verne não foi um aventureiro fictício, mas uma jovem jornalista de carne e osso: Nellie Bly. Aos 24 anos, sozinha e carregando apenas uma maleta, ela atravessou um planeta que ainda engatinhava na globalização e completou a volta ao mundo em 72 dias, vencendo não apenas o relógio, mas também os preconceitos de sua época — provando que “lugar de mulher é”… no mundo todo. A ousadia que marcou essa jornada não surgiu do nada. Aos 20 anos, Nellie leu um artigo que tratava como “problema” as mulheres que não se casavam. Sua resposta, uma carta afiada e incisiva, foi tão contundente que lhe garantiu um emprego no jornal. Recusando-se a ficar confinada às seções de “cuidados do lar”, ela partiu para Nova York, onde foi desafiada por Joseph Pulitzer a investigar um asilo mental acusado de maus-tratos. Fingindo-se de louca, Nellie se deixou internar. “Eu disse que poderia, que iria e o fiz.” O resultado foi Dez dias no manicômio, uma reportagem histórica que inaugurou o jornalismo investigativo de imersão. Depois de expor corruptos, exploradores e injustiças sofridas por mulheres e pobres, Nellie decidiu encarar sua maior — e mais longa — reportagem: dar a volta ao mundo e transformar a aventura literária em realidade. Mais do que uma corrida contra o tempo, sua viagem foi um enfrentamento direto ao machismo de uma sociedade que duvidava que uma mulher pudesse viajar sozinha, quanto mais cruzar o planeta. Sua história é a prova de que coragem, curiosidade e jornalismo podem mudar o mundo — e o lugar das mulheres nele. Aos 20 anos, Nellie Bly leu um artigo sobre o “problema” das mulheres que não se casavam. Ela respondeu com uma carta tão incisiva que o jornal a contratou. Para não ficar restrita às sessões de “cuidados do lar”, Nellie partiu para Nova York e foi desafiada por Joseph Pulitzer a investigar um asilo mental acusado de maus-tratos com as pacientes. “Eu disse que poderia, que iria e o fiz”. E o fez com coragem, fingindo-se de louca e sendo internada. O resultado foi contado em Dez dias no manicômio, a primeira “reportagem proeza”, à qual se seguiriam outras investigações, nas quais Nellie expôs corruptos e exploradores das mulheres e pobres. Mais tarde, resolveu se dedicar à sua maior (e mais longa) reportagem: dar a volta ao mundo e quebrar o recorde que só existia nos livros de aventuras. Mais do que correr contra o relógio, Nellie precisava vencer o machismo da época, que duvidava que uma mulher conseguiria se virar sozinha, quanto mais atravessar o planeta.| Páginas | 290 |
|---|---|
| Data de publicação | 01/07/2021 |
| Formato | 21 x 13 x 1.2 |
| Largura | 13 |
| Comprimento | 21 |
| Acabamento | Brochura Adesivado |
| Lombada | 1.2 |
| Altura | 1.2 |
| Tipo | pbook |
| Número da edição | 1 |
| Classificações BISAC | TRV010000; HIS052000; SOC010000 |
| Classificações THEMA | DNBF; WTL; JBSF11 |
| Idioma | por |
| Peso | 0.45 |
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