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O capital está morto
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“Não é capitalismo, não é neoliberalismo – e se for algo pior?”
O capital está morto é um livro radical e visionário. McKenzie Wark argumenta que a informação deu poder a um novo tipo de classe dominante, a classe vetorialista. Por meio da propriedade e do controle da informação, esta classe emergente domina não apenas o trabalho, mas também o capital – da maneira que tradicionalmente o compreendemos.
Não são apenas as empresas de tecnologia como a Amazon e o Google, que podem dominar toda a cadeia de produção com a propriedade de nada além de suas próprias marcas, patentes, copyrights e sistemas logísticos, mas também outras, como Walmart e Nike.
Enquanto entusiastas da utopia tecnológica celebram estas inovações, bradando serem melhorias do capitalismo, para a classe trabalhadora – e para o planeta – essas mudanças são cada vez mais terríveis.
Esta nova classe dominante usa os poderes da informação para burlar qualquer obstáculo levantado pelos movimentos trabalhistas e sociais. Então, como encontrar uma saída? O capital está morto oferece não apenas ferramentas teóricas para analisar este novo mundo, mas formas de mudá-lo.
Com base no pensamento de um surpreendente espectro de teóricos clássicos e contemporâneos, Wark propõe uma visão esclarecedora e genuína da condição contemporânea e das forças de classe emergentes que a controlam e a contestam.
Acabamento | Brochura |
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Páginas | 232 |
Data de publicação | 01/12/2022 |
Formato | 21 x 13.5 x 1.5 |
Lombada | 1.5 |
Altura | 1.3 |
Largura | 13.5 |
Comprimento | 21 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | SOC050000 |
Classificações THEMA | KCSA; UBJ; JBSA |
Idioma | por |
Peso | 0.3 |