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Antonio Callado e os longes da pátria
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Nascido em 1917, em Niterói (RJ), e falecido no Rio de Janeiro em 1997, Antonio Callado foi um verdadeiro militante do jornalismo e da literatura.
Sua oposição ao regime militar custou-lhe a prisão, mas não se intimidou. Além de seu exemplo e ação, sua obra revela o compromisso político para com os excluídos da cidadania, muitas vezes contra seus próprios colegas de profissão. Principalmente naquela obra considerada por muitos a mais engajada da época, Quarup. Consciente de que “um escritor não muda a realidade com seus escritos”, Antonio Callado tinha clareza sobre a importância do papel do escritor que, de forma coerente, poderia ajudar a melhor compreendê-la, condição indispensável para sua transformação.
Exemplo disso é seu trabalho Vietnã do Norte – advertência aos agressores, resultado de cobertura que fez naquele país durante a guerra, trazendo para o Brasil preciosas informações da agressão imperialista ao povo vietnamita. Ligia Chiappini nos oferece um pequeno, mas precioso texto da vida e obra de um escritor-jornalista, cuja coerência e compromisso ético com sua profissão fez dele um exemplo raro na atualidade neoliberal.
Páginas | 104 |
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Formato | 15 x 10 x 1 |
Largura | 10 |
Comprimento | 15 |
Acabamento | Brochura |
Data de publicação | 01/12/2010 |
Lombada | 1 |
Altura | 0.2 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | BIO010000 |
Classificações THEMA | DNBH |
Idioma | por |
Peso | 0.069 |