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Agosto azul (leia também a Trilogia Autobiografia Viva)
Autor: Deborah Levy
Editora: Autêntica Contemporânea
Colaboradores: Adriana Lisboa
Avaliação:
R$ 69,80 á vista
Em até 4 de 17.45 s/juros
Quantidade:
Código: 9786559283958
Categoria: Romances
Descrição Saiba mais informações
Nomeado Melhor Livro do Ano, em 2023, pela TIME, Vulture, The Guardian, BBC, The Week e Publisher’s Weekly.
Agosto azul revela os modos pelos quais buscamos nos livrar de uma história antiga, nos encontrar em outras pessoas e nos reinventar.
No auge da sua carreira, a virtuosa do piano Elsa M. Anderson abandona o palco em Viena, durante uma apresentação. Agora, ela está num mercado de pulgas em Atenas, à deriva, com a autoimagem em ruínas, observando uma mulher desconhecida, mas estranhamente familiar, comprar o último par de cavalos mecânicos que dançam quando suas caudas são puxadas para cima.
As duas usam o mesmo casaco, um sobretudo verde com cinto bem apertado e, em pouco tempo, Elsa é compelida pela sensação de que está olhando para si mesma, ela era eu e eu era ela. Uma questão central emerge do encontro: quem é real e quem não é?
Com uma narrativa de qualidade musical apropriada – avançando em surtos, repetindo refrões, explorando silêncios – Deborah Levy navega por temas já muito consistentes em sua obra: identidade, feminilidade, a dinâmica de poder contemporânea em processo de transformação. E coloca “o duplo” a serviço do seu desejo de fazer travessuras e brincar com símbolos e conexões.
Em Agosto azul, nenhum ouriço-do-mar representa apenas a si mesmo. Têm seus duplos também os pianos, os biscoitos de amêndoa, os cavalos mecânicos. Tudo são pistas para um outro evento, e isso nos impele a acompanhar a história com atenção, e voltar a ela outras vezes para, no fim, talvez, sermos capazes de responder: qual de nós é o instrumento, o piano ou o pianista?
Agosto azul revela os modos pelos quais buscamos nos livrar de uma história antiga, nos encontrar em outras pessoas e nos reinventar.
No auge da sua carreira, a virtuosa do piano Elsa M. Anderson abandona o palco em Viena, durante uma apresentação. Agora, ela está num mercado de pulgas em Atenas, à deriva, com a autoimagem em ruínas, observando uma mulher desconhecida, mas estranhamente familiar, comprar o último par de cavalos mecânicos que dançam quando suas caudas são puxadas para cima.
As duas usam o mesmo casaco, um sobretudo verde com cinto bem apertado e, em pouco tempo, Elsa é compelida pela sensação de que está olhando para si mesma, ela era eu e eu era ela. Uma questão central emerge do encontro: quem é real e quem não é?
Com uma narrativa de qualidade musical apropriada – avançando em surtos, repetindo refrões, explorando silêncios – Deborah Levy navega por temas já muito consistentes em sua obra: identidade, feminilidade, a dinâmica de poder contemporânea em processo de transformação. E coloca “o duplo” a serviço do seu desejo de fazer travessuras e brincar com símbolos e conexões.
Em Agosto azul, nenhum ouriço-do-mar representa apenas a si mesmo. Têm seus duplos também os pianos, os biscoitos de amêndoa, os cavalos mecânicos. Tudo são pistas para um outro evento, e isso nos impele a acompanhar a história com atenção, e voltar a ela outras vezes para, no fim, talvez, sermos capazes de responder: qual de nós é o instrumento, o piano ou o pianista?
Páginas | 168 |
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Data de publicação | 15/04/2024 |
Formato | 21 x 14 x 1 |
Largura | 14 |
Comprimento | 21 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 1 |
Altura | 1 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | FIC019000 |
Classificações THEMA | FB |
Idioma | por |
Peso | 0.2 |
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