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A língua submersa
Em até 4 de 21.23 s/juros
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Após um cataclisma ambiental, só uma região na América Latina sobreviveu ao avanço das águas: Bolivana-Zumbi. Sua classe média remanescente se reestruturou à base do comando evangélico, do jugo chinês e da obrigação de restaurar a natureza, mas segue com suas rixas e discriminações. O resultado é um livro épico, sobre a força da destruição humana.
“Quem nos governa é o medo da morte.”
Este é um romance complexo e múltiplo, sem paralelos na literatura brasileira. Após uma catástrofe ambiental, a América Latina, ou o que sobrou dela, é agora a nação Bolivana-Zumbi, o “gigante dócil e inofensivo” onde a moeda se chama bênção e o poder dominante, fantoche dos desígnios chineses, é a Eclésia, gerida pela igreja evangélica Bola de Fogo. Aqui a natureza é a principal preocupação: é expressamente proibido desmatar e caçar animais silvestres, e os infratores pagam com a morte. Em Bolivana-Zumbi se fala o portunhol, pois o português se tornou a língua submersa — e proibida.
Manoel Herzog nos leva, com contundência e um humor desconcertante, às entranhas dessa nova sociedade que habita as antigas regiões de Santos e Cubatão. Em pequenas sagas que se sobrepõem e se complementam, conhecemos um mundo novo e perturbador, onde a própria realidade é tecida de pesadelos.
Páginas | 216 |
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Data de publicação | 05/06/2023 |
Formato | 23.4 x 15 x 1.2 |
Largura | 15 |
Comprimento | 23.4 |
Acabamento | Brochura Com Orelhas |
Lombada | 1.2 |
Altura | 1.2 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | FIC055000; FIC019000; FIC077000 |
Classificações THEMA | FDB; FB |
Idioma | por |
Peso | 0.329 |